Category Archives: Série: O natural o artificial e o espontâneo

Oposição ao Empresariado

Já tinhamos observado na blogosfera um movimento espontâneo de oposição aos empresários e gestores cujo objectivo principal é a desresponsabilização do governo e do sector público pelo estado da economia. Esse movimento ganha nova forma com a manchete do DN de hoje onde se pode ler “Privados prejudicam imagem da economia portuguesa”. É um título […]

Resposta a Tiago Mendes

Tiago Mendes diz que eu defendo que a a realidade é simples e redutível. Sinceramente, não percebo onde é que Tiago Mendes foi buscar a ideia de que eu defendo que a realidade é simples. Não deve ter lido os meus posts sobre economia e teoria do caos, sistemas descentralizados nem os meus posts contra […]

Hayek e a Lei

Hayek não é um contratualista. É um darwinista. A qualidade das leis não é garantida pela habilidade, pelo bom senso ou pela presciência das partes de cada contrato, mas pela selecção natural das formas contratuais mais adequadas à vida em sociedade. Segue-se que: 1. a lei é uma consequência involuntária da acção humana; 2. a […]

Carta para Londres III

Caro Bruno: 1. Do facto de eu defender que o Estado é a maior ameaça à liberdade não se pode concluir que eu prefiro o modelo Somali. Defendo que o poder do estado a níveis muito inferiores aos actuais. Um estado que domina 50% da economia é uma ameaça muito maior à liberdade que um […]

O natural, o artificial e o espontâneo XIX

On the Origins of Money, Carl Menger, 1892

O natural, o artificial e o espontâneo XVIII

Muito, muito interessante: Shelling Out — The Origins of Money

O natural, o artificial e o espontâneo XVII

Simulated Evolution of Language: a Review of the Field

O natural, o artificial e o espontâneo XVI

Diz o autor das Cartas de Londres: O neo-liberalismo esse sim parece radicalmente céptico quanto à capacidade do Estado para fazer algo de útil. (Veja-se os delírios do João Mirando sobre o artificial e o natural; será que ele prefere o bairro ?natural? da Musgueira ao bairro ‘artificial’ da Expo?) Eu não conheço a Expo, […]

O natural, o artificial e o espontâneo XV

Se o sexo não tivesse nenhum custo, o beija-flor não existiria (Matt Ridley)

O natural, o artificial e o espontâneo XIV

O sucesso sexual e o sucesso reprodutivo não são a mesma coisa porque os seres humanos não são como os coelhos. Os pais têm que fazer um grande investimento nos filhos durante mais de vinte anos para que estes sobrevivam e se reproduzam. Grande parte desses 20 anos são dedicados à transmissão de informação, incluindo […]

O natural, o artificial e o espontâneo XIII

Notas de resposta ao Jorge: 1. Eu não defendi que o que é natural é bom. O que eu defendi é que há coisas que surgem de forma espontânea e que não são de deitar fora. E que um tipo específico de interferência na sociedade tende a causar problemas maiores que aqueles que tenta resolver. […]

O natural, o artificial e o espontâneo XII

A diversidade linguística era considerada como uma das causas dos conflitos entre os povos. Se ao menos nos pudessemos entender. O Esperanto era a solução. Uma língua neutra que resolveria de vez o problema da comunicação entre os povos. Uma nova era de paz e harmonia entre os homens estava ali à mão de semear. […]

O natural, o artificial e o espontâneo XI

Como é que um povo que não sabe gramática inventa uma língua? Algumas das respostas dadas: da mesma maneira que descobriram as outras coisas. a teoria do Chomsky a língua foi inventada por um gramático da idade da pedra e imitada pelos restantes a língua foi inventada pelos líderes da tribo e imitada pelos restantes […]

O natural, o artificial e o espontâneo X

A Biblioteca de Babel Dessas premissas incontrovertíveis deduziu que a Biblioteca é total e que suas prateleiras registram todas as possíveis combinações dos vinte e tantos símbolos ortográficos (número, ainda que vastíssimo, não infinito), ou seja, tudo o que é dado expressar: em todos os idiomas. Tudo: a história minuciosa do futuro, as autobiografias dos […]

O natural, o artificial e o espontâneo IX

A evolução das línguas naturais O português evoluiu a partir do latim que por sua vez, juntamente com o grego, o sânscrito e muitas outras línguas europeias e asiáticas, evoluiram a partir do proto-indo-europeu que terá sido falado há 6000 mil anos lá para os lados do Mar Negro. As línguas da família do indo-europeu […]

O natural, o artificial e o espontâneo VIII

Hoje em dia, quando uma pessoa declara que não acredita na teoria da evolução de Darwin é considerada ignorante e atrasada. O caso do Kansas gerou há uns anos uma onda de contestação universal. E, como de costume, os americanos foram declarados uma cambada de fanáticos. Já para não falar nos pobres habitantes do Kansas. […]

O natural, o artificial e o espontâneo VII

Os dois principais grupos de jornais alemães voltaram à ortografia antiga e abandonaram a reforma empreendida pelo governo alemão e que entrou em vigor há 8 anos. Os defensores da ortografia antiga dizem que a língua é uma coisa natural que não deve ser controlada por burocratas. Dizem eles que a língua deve evoluir naturalmente. […]

O natural, o artificial e o espontâneo VI

O diâmetro dos foguetes do Space Shuttle é um produto da evolução do cavalo. (via Cidadão do Mundo): A medida padrão entre carris nos caminhos-de-ferro norte americanos tem o estranho valor de 4 pés e 8,5 polegadas (cerca de 1,44m). Porquê esta medida? Porque era a usada em Inglaterra, e os caminhos-de-ferro americanos foram construídos […]

O natural, o artificial e o espontâneo V

Recomendação do Luís Rainha do Blog de Esquerda: A city is not a tree.

O natural, o artificial e o espontâneo IV

No século XVII os cientistas e os filósofos começaram a tentar demonstrar a existência de Deus através de argumentos científicos. Um dos argumento mais usados na época, e que ainda hoje é utilizado, é o argumento do desígnio. Segundo o argumento do desígnio, o universo não pode ter surgido por acaso porque a natureza está […]