Miguel Cadilhe

«O Estado tudo decide neste triste País. Por acção directa ou oblíqua, principalmente por via do hibridismo batoteiro da sua posição cumulativa de árbitro, jogador, decretador dos fins, fazedor de regras e julgador, o Estado influencia como quer os que se supõem privados. Primeiro a PT, agora o BCP. Quem se seguirá?» (Heresias, no Correio da Manhã)

CAA

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