Notas sobre o BCP

1. Quem define o quadro de incentivos numa economia é o poder político.

2. O poder político é o que tem responsabilidades públicas.

3. Os agentes privados limitam-se a seguir incentivos e de qualquer das formas não têm obrigações públicas.

4. Se o poder político cria incentivos para o aproveitamento de vantagens políticas, então os gestores dominantes serão aqueles que aproveitam ligações políticas.
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5. Uma classe de gestores e empresários criada pelo Estado deverá eterna obediência ao Estado e não saberá trabalhar sem os favores do Estado.

6. Empresários dispostos a aproveitar favores do Estado serão sempre a norma. Os empresários têm como obrigação e missão ganhar dinheiro.

7. As instituições públicas é que devem ser concebidas de forma a que não possam ser manipuladas por interesses privados. Curiosamente, é o Estado que a esquerda gosta (grande, metediço e parcial) que se torna mais venerável a interesses privados. Não por acaso, a promiscuidade mais escandalosa envolve governos de esquerda.

8. Mais interessante, a esquerda que mais contribui para tornar o Estado vulnerável a interesses privados é também a esquerda que mais se escandaliza quando os privados aproveitam essas vulnerabilidades.

9.

sSe o Estado tem poder para fazer cair uma administração e pôr no lugar outra, quer dizer que o BCP já estava estatizado, só que não se notava. (Miguel Madeira no Insurgente)

10.

Regulação é uma “estatização” light.. MANUEL HENRIQUES no Insurgente

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