Si non è vero…

É certo que a administração do BCP se ‘pôs a jeito’. Excessivamente. Estes últimos anos ficarão para a história da banca como um utilíssimo manual de asneiras para ninguém mais repetir.
Mas o remédio encontrado tresanda a Estado. Na ‘solução’ achada, muito mais do que os accionistas, foi a longa manus do Governo que teve o domínio da decisão. Foi Teixeira dos Santos e o inefável Constâncio que deram a cara – este último, deve ter oferecido a sua dupla face, já que manteve uma estranha conivência, mais ainda, uma relação de cumplicidade, com os mesmos erros que agora denuncia.
Não sei se estamos realmente a assistir a uma “Opa informal“. Não tenho os dados que Filipe Menezes deve possuir. Mas lá que parece, parece. E ainda bem que, desta vez, há uma oposição que denuncia.

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