quando um litro de gasolina não é bem um litro de gasolina

Através da edição em papel do Diário Económico de hoje fiquei a saber que, dadas as propriedades físico-químicas dos combustíveis, não é indiferente a temperatura a que os mesmos se encontram quando se abastece e que um litro adquirido num início de tarde de Verão rende muito menos do que o mesmo litro adquirido numa madrugada fria de Inverno. Este facto permitirá às gasolineiras arrecadarem milhões de euros adicionais por ano. A ser verdade (e, segundo a notícia, nos EUA há pelo menos um Estado em que as “bombas de gasolina” têm de ser ajustadas em função da temperatura ambiente), os portugueses são duplamente prejudicados. Não só suportam uma das mais elevadas cargas fiscais sobre combustíveis da Europa como, por viverem num país quente (no quadro europeu), adquirem as menores quantidades líquidas por cada litro contado pelas máquinas de abastecimento.
Na Austrália já se deram conta do problema há algum tempo.

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