Quinhentos milhões mais duzentos e noventa mil euros.

No Público:

“Um disparate completo” é como o professor e crítico de arte Delfim Sardo qualifica a exposição de arte pública do pintor norte-americano Robert Indiana, um dos nomes do movimento da pop art, que é hoje inaugurada em Lisboa. “Esta é a pior maneira possível de lidar com arte no espaço público”, censura Delfim Sardo, para quem o investimento de 290 mil euros é “completamente despropositado”. Em causa estão as 14 esculturas do artista que, até 29 de Fevereiro, estarão em exibição ao longo da Avenida da Liberdade e no Rossio, numa iniciativa apadrinhada pela Câmara Municipal de Lisboa.

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