O CENTRALISMO DA ANA (sequela)

Em comentário ao meu último artigo no DN, um anónimo escreveu o seguinte:

Ainda acrescento que se não chegaram a acordo ainda é porque provavelmente as condições vão muito para além donormal, provavelmente subsidiação, comoa Ryanair já fez muitas vezes no passado. O que acrescenta mais um toque surreal ao artigo, ver um liberal a pedir subsidiação…

Bold meu. Quem acha que eu estou a pedir um subsídio para a Ryanair certamente que não se importará que se faça aquilo que no artigo está implícito que se deve fazer*:

1. Fragmanetar a ANA para que ela deixe de ser um monopólio;

2. Atribuir a concessão de aeroportos às autoridades locais;

3. Privatizar cada uma das aninhas;

4. Sujeitar as concessões a concursos internacionais em que as aninhas perdem se não apresentarem a melhor proposta.

Quem não gosta que se concedam subsídios, incluindo aqueles que se concedem indirectamente aos concessionários monopolistas, só pode concordar com esta solução. O resto é a mentalidade mesquinha portuguesa que pressupõe que a autoridade central lá tem as suas razões para fazer o que está a fazer e que eles é que sabem.

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