O embargo visto do Brasil

Apesar da reação norte-americana, a infra-estrutura básica cubana foi desenvolvida com a participação do investimento direto estrangeiro. Os exemplos se referem à geração, transmissão e distribuição de energia; à extração, prospecção e refino de petróleo e gás; e aos serviços de telecomunicações.
Assim, para produzir eletricidade usando gás extraído dos poços de petróleo da zona norte de Havana, foi formada a “joint venture” ENERGAS, cujas instalações foram construídas pela Sherrit Power Corporation, uma firma canadense que detém 23% de participação no capital da ENERGAS.
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http://www.receita.fazenda.gov.br/aduana/ide/idebrasilcuba/idebracub.htm

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